Quarta-feira
09Set2009

Et moi la fille libérée | Confondant le jour et la nuit
Pratiquant l'amour buissonnier | Comme un défi

Oui moi j'éprouve quelquefois | L'envie d'être apprivoisée
D'arrêter mon cinema | Et de tout partager

A quoi sert de vivre libre | Quand on vit | Sans amour
A quoi sert de vivre libre | Quand on vit | Sans amour

J'ai eu des plaisirs d'occasion | Et des projets au singulier
Mais quand arrive l'addition | Il faut payer
Et toi qui es plus fou que moi | Tu m'apprends à t'attendre
A trembler de peur et de joie | En espérant ton pas

A quoi sert de vivre libre | Quand on vit | Sans amour
A quoi sert de vivre libre | Quand on vit | Sans amour

(Fanny Ardant - linda, no filme 8 Femmes)

Terça-feira
08Set2009

Apocalipse

Todo mundo já ouviu falar ou leu alguma coisa sobre as profecias do Calendário Maia, segundo as quais o mundo acaba no ano de 2012. É só procurar no google. Pois entra em cartaz dia 13 de novembro a versão terrorista do diretor Roland Emmerich, que tem justamente o titulo 2012 e um elenco encabeçado por John Cusack. Esse diretor é aquele que fez Independence Day e O Dia Depois de Amanhã, dois filmes catástrofe com grandes efeitos especiais, que levam multidões aos cinemas. Nos trailers divulgados de 2012, o mundo é destruído por ondas gigantes e terremotos – mas imagino que o nosso herói John Cusack acaba achando um jeitinho de salvar sua família e mais alguns norte americanos...

Mas confesso que me deu um frio na barriga ver o Cristo (meu vizinho aqui em casa) desabando sobre a Guanabara... Que coisa, sai pra lá!


Terça-feira
08Set2009

Leituras

Duas leituras esses dias, e duas surpresas.

A ruim primeiro: O Clube do Filme, de David Gilmour. Falaram tanto desse livro, a historia verídica do escritor e critico de cinema canadense e seu filho adolescente, que não quer mais estudar. Ele, o pai, toma uma atitude radical: autoriza o filho a não ir mais à escola em troca da obrigação de assistir semanalmente a três filmes e discuti-los depois. Ou seja, aprender sobre a vida através do cinema. O enredo parecia bem interessante, mas que ledo engano.

Nada funciona no livro. Nem a “grande idéia” do pai (o menino fica mais perdido do que nunca), nem o tal clube do filme (os filmes escolhidos não tem propósitos educativos) e nem sequer o texto é interessante (achei chato e maçante). Dá a impressão que o autor quer apenas impressionar a gente com seus “conhecimentos cinematográficos”, mas pra mim ele conhece cinema de forma burocrática e acadêmica (no mau sentido). A imagem que fica é a de um pai irresponsável e de um filho sem a menor perspectiva de futuro. Quando acabei de ler o livro, fiquei pensando – meu Deus, que família tão triste...

Prefiro o seu homônimo, o David Gilmour do Pink Floyd, que nunca me decepcionou.

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Agora um livro sensacional: Dissolução, de C. J. Sansom, escritor e historiador inglês. O romance inaugura a série histórica da Coleção Negra, da editora Record, que publica mensalmente os melhores textos da literatura policial contemporânea. Eu amo o gênero policial, com seu enigma que fica no ar o tempo todo pedindo pra ser resolvido, e não estou falando de Agatha Christie, não... Existem grandes autores escrevendo ficção policial hoje pelo mundo, seguindo as pegadas dos mais conhecidos Dashiel Hammet, Patrícia Highsmith, Rex Stout ou Ed McBain. Por exemplo - tem Andrea Camilleri, na Itália; Henning Mankel, na Suécia; o grande Manuel Vazquez Montalbán, na Espanha; Fred Vargas e Brigitte Aubert, na França; P.D.James, na Inglaterra; Lawrence Block e Dennis Lehane, nos Estados Unidos, José Latour, em Cuba e mesmo Luiz Alfredo Garcia Roza, no Brasil. Conhecem? E ainda muitos outros, todos extremamente criativos, com detetives/protagonistas inesquecíveis, não canso de acompanhar as aventuras de cada um em suas cidades.

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Pois agora me chega às mãos esse Dissolução, surpreendente policial histórico. O enredo se passa em 1537, em pleno reinado de Henrique VIII, na Inglaterra. É a época da Reforma, quando a Igreja Anglicana substituiu a Igreja Católica como religião oficial em todo o país. Ana Bolena tinha acabado de ser decapitada e Cromwell comandava a destruição de templos e mosteiros, os julgamentos fraudulentos e as execuções que mataram milhares de católicos. Para sufocar a revolta popular e comandar as investigações sobre a morte de um comissário do rei durante uma das rebeliões, Cromwell convoca Matthew Shardlake, o melhor e mais esperto advogado dos tribunais ingleses, que além disso é quase anão e corcunda. Sensacional. Lembra muito O Nome da Rosa, de Umberto Eco, estou adorando.

Terça-feira
08Set2009

Princesinhas

O filho mais velho (que mora longe) passou a semana comigo aqui no Rio, deixou um quentinho no coração. E essa foto, que me alegrou a semana: Maria Flor e Nina, na gandaia antes de dormir.

Sexta-feira
21Ago2009

Repeteco

A Bia está no cio de novo, dá aflição vê-la no desespero, se enrolando no chão, miando no chamado do macho... a natureza é implacável. E ela é tão pequenina... Eu devia tê-la castrado entre um cio e outro, mas não tive grana. É muito cara a cirurgia de castração de um animal fêmea – é uma histerectomia, retirada total de útero e ovários, com anestesia geral. Ela precisa ficar na clinica quase um dia inteiro. No macho é mais rápido e barato, só cortar o canal deferente, não é? Procurei muito uma clinica séria e de confiança, porque não quero fazer em qualquer lugar, ela não pode correr riscos. Mas os preços são absurdos – entre 450 e até 1.000 reais, com cirurgia e remédios. Impossível no momento. Eu amo a minha gatinha. Quero muito arrumar uma companhia pra ela, acho que ela é muito sozinha, mas vou pegar um gatinho já castrado, no Adote um Gatinho tem uns lindos... assim fica mais fácil.